28 de ago. de 2011

Rever sempre!

NÓS QUE AQUI ESTAMOS POR VÓS ESPERAMOS, a primeira vista este título não me fez entender o que eu estava preste a assistir. Sempre ouvia falar deste documentário, mas nunca me interessou o título. Não entendia. Mas o acaso o trouxe em forma de presente e há muito tempo atrás o assisti. Depois de um tempo, na aula de Estudos Contemporâneos da Comunicação e Cultura (Jornalismo/2010) tive outra oportunidade de revê-lo e emocionar-me mais uma vez.
Mas ao final da primeira vez que assisti coube como uma luva. Este título expressa o objetivo deste filme-memória. Mas já nas imagens iniciais, passeando por um cemitério com a câmera, percebe-se o legado de todos nós: estaremos esperando os que lá também chegarão.

17 de ago. de 2011

Watson existe?!


A ânsia do ser humano para criar algo melhor que sua inteligência trouxe o Watson.


O mais novo “neto” de Thomas Watson, uma homenagem da empresa ao fundador da IBM.  Este computador que consome 80 Kilowatts para trabalhar, ao contrário do cérebro humano, 20watts, ganhou o jogo Jeopardy! (Arrisque-se!, em tradução livre) de dois concorrentes humanos. Esta é a segunda tentativa da IBM de colocar um computador no viés da “inteligência artificial”.

14 de ago. de 2011

Reflexão

Em virtude da leitura do texto - "Cultura digital e Educação: Redes já!*; que está no livro "Além das Redes de Colaboração"**, tive acesso ao documentário longa-metragem "Globalização - O mundo Global visto do lado de cá"***. Fiquei impressionada por nunca ter ouvido falar neste filme, por isso coloco-o aqui. A duração é longa e o impacto também.

13 de ago. de 2011

QR Code, decifre-o

Evolução do código de barras possibilita a leitura e a criação de formas gratuitas para distribuir informação digitalizada.
Você já foi a supermercado e tentou descobrir o preço de um produto na maquininha de ler código de barras? As vezes precisamos andar uma ou duas gôndolas para isso, certo? E se pudéssemos ler estes códigos com o nosso celular? E se, além do preço, pudéssemos receber outras informações sobre o produto através do código, como a origem dos ingredientes ou o selo de sustentabilidade? Esta não é uma possibilidade remota, porque hoje existe ferramentas como o QR Code.

Juremir e o Cinema


Em 2005 conversei com Juremir Machado após o término de um evento sediado na UPF. Um bate-papo sobre cinema.
Juremir Machado é um jornalista conhecido por ser crítico e por falar o que pensa, nos veículos de comunicação o qual atua, em palestras e eventos. Seus assuntos mais frequentes transitam pela política, educação e comunicação.  Aqui delimitamos a temática em um bate-papo sobre cinema. Em 2005, ano da entrevista, os filmes em destaque no cinema nacional eram Dois Filhos de Francsico, Casa de Areia, Cinema Aspirinas e Urubus, Cidade Baixa, Meu Tio Matou um Cara e O Casamento de Romeu e Julieta.

Um bate-papo sobre cinema e educação

E, 2005 conversei com Pedrinho Guareschi, que veio à convite de um evento sediado na UPF. Ao término do evento tivemos um bate-papo sobre cinema na educação.


Passaram-se seis anos desde a minha conversa com Guareschi e,  neste tempo, que não parece muito, algumas novidades impactantes no universo da arte cinematográfica surgiram. Ainda não tínhamos o cinema 3D e tecnologias como no filme Avatar(2010) que iniciaram uma nova fase de entretenimento. As premiações mais famosas do cinema, Oscar e Palma de Ouro, premiaram em suas várias categorias no ano de 2005 filmes como O Aviador, Homem-Aranha 2, Os Incríveis (filme de animação), Mar AdentroBrilho Eterno de Uma Mente Sem lembranças, Menina de Ouro, A Criança, entre outros. Filmes estes com estilos bem diferentes daqueles que Pedrinho cita durante a entrevista. Para ele o cinema continuou nostálgico, mostrando que a essência dos filmes antigos permanecem em sua vida e que a arte dos fotogramas em movimento pode ser uma parceria construtiva na educação.

Educação e Informação na ponta dos dedos

Agora é verdade! O mundo está nas suas mãos e à qualquer hora.
Os smarthphones viraram um upgrade cerebral na ponta dos dedos: as pessoas não memorizam mais datas importantes, número de telefones ou revelam fotografias colocando-as nos álbuns de família. Parece que hoje, mais do que com a chegada da comunicação de massa, alguns meios se tornaram "extensões de nós mesmos", como introduziu Mcluham já na década de 60:

Batuque de Cordas

O toque dos dedos nas cordas produz o som que aninhado no corpo do violão rebomba o Batuque de Cordas. Dois instrumentos, dois músicos e uma carga sonora cultural de raíz, de origem, erudita e contemporânea preenchem o corpo do teatro e o corpo da gente. A sensação é física e de sentimento.


9 de ago. de 2011

Dois dias para a formatura em jornalismo e 1 dia para o início das aulas no mestrado. Sim, o "nada" me persegue.