A ânsia do ser humano para criar algo melhor que sua inteligência trouxe o Watson.
No site TecMundo, Douglas Ciriaco conta sobre o surgimento desta “inteligência” como um ramo da computação surgida na década de 40 para servir como tecnologia bélica. Já na década de 70 os equipamentos dotados desta qualidade eram focados em uma especialidade. No caso de Watson, “ele” é dotado de várias especialidades, aproximando-se, assim, da inteligência humana.
O Professor filósofo Fernandes Teixeira, Ph.D. pela University of Essex EUA (Revista Filosofia, abril/2011), explica que o hardware de Watson evoluiu demonstrando a proximidade com o cérebro humano no quesito “força bruta”, ou seja a possibilidade de ter capacidade de produção. Mas há controvérsias. Teixeira comenta também que “para alguns cientistas da computação, a força bruta não é um bom método para resolver problemas estáveis e a desqualificam como uma forma de “inteligência estúpida””. O que por outro lado, através das associações que o computador cruza na medida em que vai recebendo os dados, gera novas informações.
Teixeira ainda reflete, que, com tanta “autonomia humana”, será necessário também aos humanos de verdade, a capacidade de destinguir o que é verdade ou mentira na “mente” de Watson.
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